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Aluguel sobe quase 10% em 2025. Veja quais foram as cidades mais caras para morar no ano passado

O custo do aluguel subiu, em média, quase 10% no ano passado. A alta foi mais que o dobro da inflação geral do ano passado: 4,26%. Capitais do Nordeste dominam o ‘top 5’ com três das cinco maiores altas. Teresina foi a campeã com alta de 21,8%. Em segundo lugar, destaca-se Belém, que recebeu no ano passado a COP30.

O avanço geral, porém, foi em ritmo menor que o observado nos anos anteriores. Em 2024, a locação residencial subiu, em média, 13,5%. Em 2023 e 2022, o índice chegou a ter alta de 16% ao ano, período em que houve um salto pós-pandemia. Embora o aumento represente uma desaceleração frente aos últimos anos, mostra que o mercado imobiliário segue aquecido no país.

As capitais onde o aluguel mais subiu em 2025, segundo o FipeZAP:

  • Teresina (PI): 21,81%
  • Belém (PA): 17,62%
  • Aracaju (SE): 16,73%
  • Vitória (ES): 15,46%
  • João Pessoa (PB): 15,31%
  • Cuiabá (MT): 14,61%
  • Belo Horizonte (MG): 13,01%
  • Fortaleza (CE): 12,45%
  • Salvador (BA): 12,38%
  • Maceió (AL): 12,22%
  • São Luís (MA): 11,37%
  • Curitiba (PR): 10,98%
  • Rio de Janeiro (RJ): 10,87%
  • Natal (RN): 10,13%
  • Recife (PE): 9,82%
  • Porto Alegre (RS): 9,38%
  • Florianópolis (SC): 9,35%
  • São Paulo (SP): 7,98%
  • Brasília (DF): 6,41%
  • Goiânia (GO): 4,67%;
  • Manaus (AM): 1,06%.

Cidades onde o aluguel mais subiu em 2025, segundo o FipeZAP

  • Campinas (SP): 19,92%
  • Pelotas (RS): 18,81%
  • Niterói (RJ): 16,27%
  • São José do Rio Preto (SP): 15,41%
  • Barueri (SP): 13,97%
  • Santos (SP): 12,80%
  • Ribeirão Preto (SP): 11,60%
  • Joinville (SC): 11,49%
  • Praia Grande (SP): 9,40%
  • Santo André (SP): 7,83%
  • São José dos Campos (SP): 7,43%
  • São Bernardo do Campo(SP): 7,31%
  • Guarulhos (SP): 7,14%
  • São José (SC): -3,10%

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